Flor-de-Lis / Ano da França no Brasil

O Ano da França no Brasil começou no dia 21 de abril, e até 15 de novembro nós brasileiros poderemos conhecer mais da arte e cultura contemporânea francesa. Até agora já vimos homenagens de diversos setores e nós, do setor joalheiro não poderíamos deixar esse importante acontecimento passar em branco.
Foi pensando nisso que, durante a 48ª Feninjer em fevereiro de 2009, a Gênesis lançou sua linha Arte Heráldica trazendo a Flor-de-Lis como peça principal.

A Flor-de-Lis é um símbolo histórico, político, monárquico e ao mesmo tempo misterioso. Sua idade é milenar e sua origem, incerta. As mais antigas imagens de Flor-de-Lis semelhantes às usadas na idade média da Europa são alto-relevos Assírios (antigo reino na região da mesopotâmia) que datam de 3000 a.C.
Apesar de ser um símbolo usado por vários povos ao longo da história da humanidade, a Flor-de-Lis começa a ganhar destaque a partir do momento que a monarquia francesa do século XII decidiu usá-la em seus emblemas. Enquanto isso, cada vez mais esse símbolo era relacionado à Virgem Maria e consequentemente à virgindade.
Com o passar do tempo, a flor-de-lis deixou de ser um atributo exclusivo da monarquia francesa e se tornou um símbolo heráldico muito utilizado em grande parte da Europa Ocidental. Hoje em dia podemos ver exemplos de flores-de-lis em vários objetos da moda, arquitetura e arte em geral, mas nunca deixando de remeter à França.
Veja alguns exemplos da utilização da Flor-de-Lis em diferentes acessórios de moda contemporâneos.
Podemos ver nessa imagem a peça Fleur-de-Lis, da Gênesis, com as cores das bandeiras do Brasil e da França representadas na jóia pelas pedras: Citrinos, Diamantes, Esmeraldas, Safiras Azuis, Rubis e Topázios Azuis. Tudo em Ouro 18k certificado pela Amagold.
Além disso, a Gênesis também criou uma linha de anéis, correntes, brincos e pingentes em homenagem à cultura francesa. A seguir podemos ver um lindo pingente de rosácea fielmente inspirada em uma das rosáceas da famosa Catedral de Notre Dame em Paris. Compare:
Referências bibliográficas:
Michel Pastoreau
‘Le Roi aux Fleurs de Lis’
in L’Histoire, Janeiro de 1995
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